Juros ainda travam, custos pressionam e estoques crescem |
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Quinta-feira, 18 de junho de 2026 |
Crédito restrito, custos altos e mais oferta no alto padrão: entenda o momento da Construção |
A Constru_News é a newsletter do Ecossistema Sienge, a sua curadoria de informações estratégicas para a liderança que constrói o amanhã. |
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💸 Juros altos são principal motivo para desistência na compra de imóveis. 🗣️ O que aumenta sua chance de aprovação de crédito, segundo o CEO da CUB 📊 Fio de cobre e cimento acumulam altas de +30,72% e +14,96% em 12 meses (IPMC). 📅 Últimos ingressos para o Construsummit 2026: 1 e 2 de julho, em Florianópolis.
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💰 Juros altos travam a compra e mudam o crédito imobiliário |
A decisão do Copom de reduzir a Selic para 14,25% é um sinal tímido de alívio, mas sem efeito imediato para a Construção. |
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O setor ainda sente o impacto acumulado: de um lado, reduz a capacidade de compra do consumidor; do outro, força construtoras a reinventarem suas fontes de capital. |
Uma pesquisa apontou que
os juros são o principal motivo de desistência
na compra de imóveis:
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22% desistiram do imóvel pelo alto custo do financiamento;
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Outros 21% apontaram parcelas acima do esperado;
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16% relataram dificuldade de aprovação do crédito.
Esse comportamento não é de agora: desde 2024, os juros são o principal motivo de desistência na compra de imóveis.
E o cenário demora a virar. Segundo a Loft, o impacto de um corte na Selic leva cerca de 6 meses para chegar às condições de crédito.
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Com juros altos e menor liquidez, as construtoras também sentem a pressão e trocam bancos por fundos na busca por capital.
A consequência é um crédito mais seletivo: fundos analisam projeto por projeto, exigindo 75% a 80% de vendas e obras em andamento. Quem não estiver preparado, pode “naufragar”, alertou Mauro Dahruj, sócio-diretor da Hedge Investments.
Ou seja: o desafio não é só vender, é estruturar projetos mais resilientes financeiramente. Sua estrutura de capital está preparada? |
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| 📈 Alta dos custos segue pressionando o setor |
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Segundo o FNNIC, o maior problema é que há um descompasso entre o reajuste aplicado pelo governo e o custo real das obras. Enquanto os custos subiram 14,3% no Nordeste e quase 36% no Norte, o reajuste aplicado foi de apenas 3,53%.
Não à toa, o custo da matéria-prima voltou a aparecer como um dos principais limitadores da expansão da Construção Civil. |
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A crise como oportunidade? |
Na contramão do mercado, a Direcional avalia que a alta de custos pode pressionar concorrentes menos preparados, gerando oportunidades de incremento de lançamentos nos próximos anos.
Segundo o presidente-executivo, Ricardo Gontijo, a empresa começou a "trabalhar com reprecificação de produtos" no final de abril, já se preparando para o aumento de custos que viria a seguir. Ou seja: a pressão de custos não desacelerou o setor, mas tende a acelerar a seleção entre quem consegue sustentar margem e quem fica pelo caminho. |
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💎 Alto padrão desacelera e estoque vira sinal de alerta |
Depois de um ciclo forte de valorização e lançamentos, o alto padrão começa a dar sinais de mudança. O aumento dos estoques levanta uma dúvida: a demanda é estrutural ou foi inflada pelo ciclo recente? |
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Em 2025, o mercado imobiliário de luxo movimentou R$52,2 bilhões nas capitais brasileiras, +35% em relação a 2024. Nos lançamentos, a alta foi de 36% e o maior volume já registrado.
Em São Paulo, os imóveis acima de R$ 3 milhões tiveram crescimento médio anual de 21,7% na valorização entre 2023 e 2026, contra apenas 2% da média da cidade. | |
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Na visão da Moura Dubeux, o mercado pode ter “batido no teto” após dois anos de crescimento real próximo de 20%. O espaço para novos aumentos é limitado, especialmente com pressão de custos.
A leitura é de transição: o alto padrão não deixa de ser relevante, mas o crescimento tende a se redistribuir, com maior tração da classe média nos próximos ciclos. |
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| O detalhe que aumenta sua chance de captação junto a investidores |
Temos que lembrar que todo investidor que a gente acessa provavelmente está com uma pilha de projetos para avaliação. Muitas vezes, maior do que o time que ele tem para dar vazão nisso. Então, quanto mais redondo chegar aquele empreendimento, a análise de carteira, quanto mais fluir o retorno das informações e das dúvidas, aumenta muito a chance de você ficar elegível para aquele investidor. | |
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Fio de cobre e cimento ainda sobem, mas ritmo desacelera 🧱 |
O IPMC mostrou que, em maio, quatro dos cinco insumos acompanhados encerraram em alta, e somente a tinta ficou estável. No acumulado de 12 meses, fio de cobre e cimento seguem com as maiores altas, de +30,72% e +14,96% respectivamente. |
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Ferro
▲ +1,21%
Maio/26 registrou a maior alta mensal desde dez/25, sinalizando retomada. Apesar disso, o acumulado ainda mostra deflação de -0,63% em 12 meses.
Cimento
▲ +2,89%
Em mai/26, o ritmo desacelerou em relação a abr/26 (+4,16%), mas o insumo segue com inflação acumulada de +14,96% em 12 meses.
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Argamassa
▲ +1,12%
Desde mar/26, o insumo vem tendo altas consecutivas. Porém, ainda não reverteu o saldo negativo, encerrando com deflação acumulada de -2,30% em 12 meses.
Fio de cobre
▲ +0,36%
Mai/26 registrou desaceleração relevante em relação ao mês anterior (+4,32%), mas a inflação acumulada chega a +30,72% em 12 meses.
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Tinta
0,00%
O insumo estabilizou após 2 meses de alta. A inflação acumulada em 12 meses é de +1,59%, mas o ritmo de alta já dá sinais de desaceleração.
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Fique por dentro dos eventos mais importantes para a sua carreira.
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| Restam poucos ingressos para o maior evento de gestão e tecnologia da indústria da Construção e Mercado Imobiliário. Garanta seu lugar antes que acabe! |
📅 1 e 2 de julho de 2026 📍Florianópolis (SC) |
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| Reúne empresas, profissionais, investidores e consumidores em um ambiente estratégico voltado para negócios, inovação e fortalecimento da Construção Civil no Sul de Minas. |
📅 11 e 12 de julho de 2026 📍Pouso Alegre (MG) |
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Para decisores que querem acompanhar análises, tendências, trocas estratégicas e debates qualificados sobre os rumos do setor. |
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